Semana passada, mais especificamente na quinta-feira (18 de outubro), estive em Salvador para uma reunião do Projeto de Inclusão Sócio-digital da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Informação do Estado da Bahia, no qual eu estou participando.
Foi só um dia mesmo, mas o suficiente para algumas histórias muito boas.
Suficiente também para algumas confirmações em relação à cidade e ao povo de lá.
Quando chegamos na cidade, de manhã bem cedo, fomos ver onde era o hotel no qual aconteceria a reunião. Depois de chegarmos, saímos andando para procurar um lugar para comer alguma coisa. Vocês não têm idéia da luta que foi. Andamos por mais de 30 minutos sem achar lugar nenhum. E descobrimos que antes de 8h da manhã não tem nem padaria aberta. Depois de muita procura e de pedirmos informação a um doido de lá (que quase nos batia porque nós falamos que a lanchonete que ele indicou estaria fechada), conseguimos tomar nosso café-da-manhã.
De volta ao hotel, ainda na porta, presenciamos uma cena inacreditável: os soldados de um Forte que fica ao lado do hotel hasteando a bandeira do Brasil às 8:30h da manhã! Só em Salvador mesmo…
Mas, o nosso espanto maior foi quando saímos do hotel por volta do meio-dia. Nos deparamos com a praia completamente lotada de soteropolitanos em plena quinta-feira (estava claro que eram pessoas de lá mesmo e não turistas). O que aquele povo de lá faz da vida? Parece que ninguém trabalha. Depois, quando levam a fama de preguiçosos, acham ruim.
E, enquanto o pessoal de lá passa o dia curtindo praia, eu fico de longe só olhando e torrando de calor sem poder fazer nada:

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