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Não costumo colocar vídeos do Youtube aqui. Mas, depois que eu vi esse vídeo, não resisti.

Já joguei muito esse jogo. E, quando vi essa cena, quase me acabo de rir.

Tenho certeza que, quem se lembra do jogo, vai adorar ver isso:

É muita criatividade.

Eu não sou muito fã de orkut.

Para mim, foi uma grande idéia e um projeto bem elaborado. Mas, que as pessoas não souberam aproveitar.

Acabou tornando-se um lugar inútil e fútil.

Quando alguém manda um recado para mim, eu entro lá e vejo o que há de novo.

De tempos em tempos, o pessoal de desenvolvimento do Orkut lança uma novidade, ou inclui uma funcionalidade.

A última que eles inventaram, para mim, foi um desastre.

Agora, é possível enviar imagens nos recados. Pode ser uma imagem do computador, um link para alguma imagem na Internet ou uma foto que esteja em seu álbum online do Picasa (que, aliás, ainda está muito longe de alcançar o Flickr do Yahoo.

Aparentemente, parece ser uma boa idéia. Mas, outra vez, as pessoas não sabem aproveitá-la.

Imaginem a quantidade de GIF’s animados que o pessoal está mandando uns para os outros. É uma coisa absurda!

Comecei a entrar nas páginas de recados de um monte de gente. Não existem mais recados. Só imagens. São anjinhos, cachorrinhos, flores, estrelas piscando, luzes, paisagens. As pessoas estão infestando as páginas de recados uns dos outros com mensagens em forma de imagem.

Lembra daqueles arquivos do Power Point que enchem sua caixa de e-mail e tiram qualquer um do sério? Pois é. Estão transformando cada slide em imagem e mandando para os outros como recado. Não basta perturbar pelo e-mail. A moda agora é sujar os orkuts dos outros.

Às vezes, eu me pergunto se é realmente interessante oferecer funcionalidades para os usuários de computador.

Alguém acompanhou os jogos Parapan-americanos?

Foi uma beleza! Muito melhor que o Pan-americano.

Alí, sim, estavam os melhores do mundo. Prova disso foi a quantidade de recordes mundiais que foram quebrados, enquanto que no Pan os únicos recordes quebrados eram os do próprio Pan-americano.

No parapan, o nível é altíssimo. Ao contrário do pan. Veja, por exemplo, o desempenho dos atletas brasileiros que estavam no Pan e também estiveram na Universíade (olimpíada mundial UNIVERSITÁRIA). Para se ter uma idéia, alguns atletas que ganharam medalha de ouro no Pan, não conseguem chegar nem ao podium no Universíade.

Além de ter um nível maior, o parapan foi muito mais emocionante e bonito.

Pena não terem as mesmas transmissões do Pan-americano.

Última noite do Festival. E, como sempre, aí vão algumas observações:

  • O primeiro show foi de Djamba. Tentei ficar perto. Não deu. A não ser que eu quisesse ficar muito doido com a maconha…
  • Cláudio Zóli também não permitiu que eu ficasse na área do show. Estava muito ruim;
  • Charlie Brown Jr. encerrou o festival. Foi o que se esperava. Mais uma vez, fiquei de longe. Só um doido para chegar perto daquilo;
  • Como não fiquei para ver os shows no palco principal, aproveitei para ver outros espaços. O Palco do Forró é uma boa idéia. Mas, o pessoal estragou o ambiente. Não é um espaço para quem quer dançar e curtir um bom forró. Tornou-se um espaço de um monte de gente feia, com aquela cara de adolescente fútil, que estão ali para arrumar seus “esquemas”. É uma pena;
  • Enquanto estava no palco do forró, vi a apresentação da banda Fiá Paví. Banda muito boa. Toca um bom forró e sabe animar;
  • Também peguei um pouquinho de Cacau com Leite. Novamente, uma ótima opção para quem quer dançar o bom e velho forró.

Conclusão final:

  • Se, no ano que vem, as atrações não forem realmente muito boas, será difícil minha presença lá. Até esse ano, eu ia pelo fesstival como um todo, não só pelas atrações (prova disso foi ter ido no domingo). Mas, no próximo, sem uma banda que me atraia, vai ser difícil.
  • Infelizmente, perdi a apresentação de Café com Blues;
  • Danni Carlos não estava ruim. Estava insuportável. Fiquei na área do show por três músicas. Saí e mesmo de longe a música dela ainda incomodava. Foi uma pena a presença desse tipo de atração no Festival. Tem um bocado de bandinha aqui na cidade que toca aquelas musiquinhas que ela gosta muito melhor;
  • Paralamas do Sucesso foi o que se esperava. Um show maravilhoso com um nível altíssimo. Herbert Viana é sensacional. Salvaram o Festival;
  • Por fim, Papas da Língua. Mais uma atração fraca. Não que eles sejam ruins. Mas, não têm o nível que se espera para evento. Para mim, foi um show chatinho. Deve ter um monte de gente que gostou. Não assisti até o final;
  • O frio está fazendo com que o festival seja realmente de inverno. Está uma delícia;
  • Continuo encontrando pouca gente conhecida por lá.

Então, aí vão algumas observações em relação à primeira noite do festival:

  • Como anunciei aqui, Elomar Figueira foi uma das atrações do evento. Acreditem, foi isso mesmo. A idéia era homenagear Glauber Rocha fazendo um vínculo com Elomar. Confesso que estava preocupado com a apresentação. Bom, após uma introdução feita por Elton Becker e a exibição de trechos de filmes e entrevistas de Glauber, Elomar subiu ao palco. Foi bem aplaudido. Após cantar a primeira canção, ele cumprimenta o público. Começa falando de Glauber e de como eles conviveram no início da carreira de cada um (contou inclusive que quase seria o ator principal do primeiro filme de Glauber Rocha). E aí foi explicar o porquê de ter aceitado o convite para se apresentar ali. Num certo momento, diz: “foi a primeira vez que fui convidado para abrir um festival (pausa) de Rock”. Ele dizendo isso foi engraçado demais. E, no melhor estilo Elomar, danou a falar da sua opinião sobre esse tipo de “cultura” (ou falta dela), de como o sertão é esquecido pela capital e pelo resto do país, etc.. E, nesse momento, solta a frase mais marcante da noite, comentando sobre a falta de representantes da verdadeira cultura brasileira: “tem Ariano Suassuna em Pernambuco e eu aqui na Bahia; o resto é o resto!”. Aplausos gerais e ele começa a cantar Campo Branco magistralmente. E se despede dizendo que o público pudesse ficar tranqüilo que as bandas de rock já vinham se apresentar;
  • O próximo a se apresentar foi Leoni. Não tenho muito o que comentar sobre ele e seu show. Foi a “sem-gracesa” habitual;
  • Lulu Santos apareceu de surpresa e começou o show. Foi o melhor show da noite (não que isso signifique que tenha sido tão bom). Com um estilo John Travolta, cantando suas músicas renovadas pelas batidas eletrônicas, Lulu conseguiu animar o povo. Foi um show agradável;
  • Para encerrar a noite, Ira. É o tipo de banda que eu nem gosto nem desgosto. Mas, para quem gosta do estilo foi um show muito bom. O mais puro Rock’n Roll. Em alguns momentos conseguiu agitar bastante. Não fiquei até o final. Saí um pouco depois da metade do show;

Fora os shows, tem algumas observações sobre os outros aspectos do festival:

  • Não sei se é só comigo, mas parece que o Festival está perdendo um pouco do charme;
  • Os preços de tudo lá dentro estão absurdamente altos. Está sendo um assalto! Se você não foi ainda e está pensando em ir, não faça planos de consumir lá dentro. Você vai se assustar;
  • Diferente dos outros anos, encontrei pouca gente conhecida nessa primeira noite de festival.

Por enquanto, é isso. Hoje à noite tem mais.

Daqui a pouco começa a primeira noite do Festival. Eu estarei lá. Comprei passaporte para as três noites.

Não irei por causa das atrações. Como já manifestei aqui antes, a única que me agrada é Paralamas do Sucesso amanhã.

Eu estarei escrevendo (como diriam as operadoras de telemarketing) aqui minhas impressões após cada noite.

Espero, sinceramente, que o Festival me surpreenda.

Depois de vários meses, estou escrevendo nesse blog a partir do computador de casa.

Como alguns devem se lembrar, escrevi aqui algumas vezes dizendo que estava sem Internet em casa. Graças a Deus, hoje esse problema foi resolvido.

Agora, vou poder trabalhar, estudar e me divertir mais em casa… :)

Distantes demais? Impensável? Impossível?

Vem surpresa por aí…

Ontem, no programa Roda Viva da TV Cultura, o entrevistado foi o Ministro dos Esportes Orlando Silva.

Bela entrevista!

Apesar das minhas críticas à realização do Pan aqui no Brasil e, agora, a história da Copa do Mundo de 2014, tenho muita admiração pelo ministro.

Competente, sensato, equilibrado e baiano. Gosto dele.