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Esse sábado e domingo trouxeram bons motivos para comemorar.
Primeiro, o E. C. Primeiro Passo de Vitória da Conquista conquistou a 2ª Divisão do Campeonato Bahiano de Futebol. Em um dia histórico, o Estádio Lomanto Jr. recebeu o maior público de sua história: 14.350 pagantes. Realmente, o time deixou a cidade orgulhosa. E, a partir de janeiro (quando começa o Campeonato Baiano da 1ª Divisão), minha presença no Lomantão será garantida.
No domingo, outra vitória a ser comemorada. Lula reeleito. Não quis escrever nada a respeito desse assunto antes para que não gerasse polêmica. Não é minha intenção criar discussões a partir deste blog. Mas, agora que se passaram as eleições, posso expor minha opinião. Fiquei feliz demais com o resultado.
PS: Não resisti a colocar uma foto do Lomantão para mostrar como ele é bonito.

Esse vai ser meu primeiro post falando de música. Nos próximos, devo trazer mais comentários e sugestões sobre esse assunto.
Acabei de conhecer uma cantora e compositora carioca: Anna Luisa. Ouvi algumas músicas do novo cd dela. Gostei muito dessa:
CABRA-CEGA
(Anna Luisa / Emerson Mardhine)
Amarrei uma venda nos olhos
Lancei os remos no mar
Rasguei o mapa do caminho
Onde eu ia me encontrar
Feito cabra-cega
Confio no rumo que a vida tomar
Sem os olhos perdi a razão
Que pregava os meus pés no chão
E prendia a minha emoção
Só deixando o desejo guiar
Levo fé que eu assim vou chegar
Bem mais perto do meu lugar
Hoje vivo dondando o mistério
Que me arrastou numa nova partida
Peço pra nau dos bons ventos me levar
Hoje sou solta no colo da brisa
Presa às surpresas da sorte e do tempo
Rezo pra não me perder no caminhar
Quero pedir desculpas a quem costuma visitar este blog com freqüência (existe alguém que faz isso?) por não estar tão assíduo na atualização. Às vezes, fico tentando pensar em algo para escrever aqui, mas não consigo achar nada.
Na verdade, até penso em algumas coisas, mas aí vem minha velha racionalidade e diz que não deveria. Estou tentando deixar um pouco de ser assim.
Eu vou conseguir. Começarei a escrever mais, sem ponderar tanto. Acredito que podem sair coisas bem interessantes dessa minha cabeça meio louca.
Em um de seus artigos, Padre Fábio de Melo diz que “Felicidade também é uma forma de planejamento. Arquitetamos os sonhos, somamos os recursos, projetamos as iniciativas, marcamos datas, sacrificamos alguns exageros, reduzimos os supérfluos, construímos esperanças. Mas é também surpresa. Um bilhete na geladeira, um encontro inesperado, uma declaração de amor, um telefonema de quem andava sumido, uma graça do menino malabarista no semáforo da esquina, um bolo de fubá escondido no forno e um recadinho da mãe colado na porta: “fiz pra você!” Tudo vai nos despertando sorrisos, vontade de viver, de cantar aquela música brega, de dar vexame em público, de dizer que ama, que ama, que ama.”
Está chegando mais perto, mas isso ainda não consegue descrever a sensação que tenho agora.
Segundo a Wikipédia, Felicidade “É um estado afetivo ou emocional de sentir-se bem ou sentir prazer”. Em outro artigo, apresenta o seguinte: “Diz-se que uma pessoa é feliz quando possui o ar da graça, ou em total estado de euforia”.
Achei pouco. Isso não é nem de longe o que estou sentindo agora.
A maioria de nós tem uma idéia parecida do universo. Pensamos em universo como o conjunto dos planetas, estrelas, meteoros, satélites, etc. Esse é o universo que aprendemos na escola. O livro que estou lendo agora me fez pensar de uma forma um pouco mais profunda sobre isso.
Segundo Peter J. Bentley, o autor do livro, um universo é feito de um conjunto de regras que definem as reações. Nosso universo é regido por muitas regras, ou leis: Lei da Gravidade, 3 Leis de Newton, etc.
A partir desse raciocínio, podemos falar de muitos outros “universos”: o universo do som, o universo dos pensamentos, o universo da matemática, o universo da computação. Cada um desses universos tem suas próprias leis, suas regras, seus elementos, sua dinâmica. E o mais importante, é que todos os universos existem a partir de um outro universo. São todos dependentes.
Mas, por que estou falando dessas coisas?
Achei muito interessante essa idéia dos universos. Pensar em outros universos.
E, enquanto lia as palavras do livro, comecei a aprofundar ainda mais o assunto.
Aplicando as definições de universo do autor, expandi um pouco mais essa idéia. Pensei na quantidade de universos dos quais faço parte. O universo acadêmico (universidade), o universo religioso, o universo familiar, o universo computacional. E dentro de cada universo, poderia especificar sub-universos. Por exemplo, o universo do Software Livre, dentro do universo da computação.
Cada um desses universos, tem suas próprias leis, ou regras de comportamento (formais, ou não). Cada um tem características próprias, uma dinâmica diferente, elementos diferentes. As pessoas que fazem parte de cada universo também têm características específicas.
E o outro fator interessante, é que eu, mesmo sendo um só, sou diferente em cada um desses universos. O Stênio da universidade é diferente do Stênio da Igreja, que é diferente do Stênio da computação, que é diferente do Stênio da família, que é diferente…
E ao mesmo tempo que sou diferente, não deixo de ser o mesmo. Interessante isso, não?
Eu faço parte de muitos universos.
E você? De quais universos faz parte?
Novamente, falando de computador. Mas, dessa vez, é algo mais pessoal.
Para não perder a tradição, coloco aqui um screenshot atual da minha Área de Trabalho.
Se vocês têm essa curiosidade, eu uso o sistema operacional Linux, com a distribuição Fedora 5. O ambiente gráfico que uso é o Gnome 2.14. Como vocês podem ver, tem alguns programas abertos. Primeiro, o cliente de mensagem instantânea Gaim. Com ele, posso me conectar a vários protocolos ao mesmo tempo: Gtalk, ICQ, MSN, Yahoo, IRC. Também estava aberto o XMMS, um player de mp3 muito bom. Minimizados estavam o Firefox, meu navegador de Internet, e o Nautilus, o gerenciador de arquivos.
Depois eu mando outra captura de tela de minha área de trabalho com outra cara.
Esse vai ser o meu primeiro comentário, nesse blog, sobre um assunto ligado à computação. Pretendo escrever mais sobre isso.
Desde que comecei a me envolver com a comunidade do Software Livre, fiquei encantado com os relacionamentos dentro da comunidade, a metodologia de trabalho e os princípios que norteiam todas as iniciativas. Sempre me impressionou o fato de sempre ver valores como reciprocidade, cortesia, responsabilidade, solidariedade, honestidade, colaboração e tantos outros, dentro das comunidades ligadas ao desenvolvimento do Software Livre. E o que mais me intrigava era entender como esses princípios foram se tornando como padrões de comportamento, sem que houvesse nenhuma obrigação disso e sem que houvesse qualquer tipo de documento formal explicando todas as regras de conduta e obrigando os usuários a seguí-la. A comunidade é livre. Qualquer pessoa pode participar. E a maioria das pessoas que chegavam, iam se acostumando e entendo esses princípios.
Mas, sempre tive uma preocupação. Com a popularização do Software Livre e com um número cada vez maior de pessoas utilizando e desenvolvendo, será que conseguiremos manter os mesmos princípios que conquistamos dentro da comunidade? Isso é um assunto muito sério.
Hoje, quando visitava o Planeta Ubuntu Brasil, eu li dois textos muito interessantes falando sobre isso. O primeiro foi “As motivações do trabalho comunitário”, escrito por Yves Junqueira. O outro, “Socializando o novo usuário”, de KurtKraut.
Leiam e reflitam um pouco.
Não deu nem tempo descansar da caminhada do último sábado, 14 de outubro, pela manhã. À tarde, já estava embarcando no ônibus com destino a um sítio em Poções. Fui participar de um encontro de formação da Pastoral do Crisma, do Vicariato São Lucas. O encontro começou no sábado à noite e encerrou na tarde de domingo.
Estavam lá, representantes da pastoral da crisma de várias paróquias de Vitória da Conquista. Foi muito bom. Além da formação e dos outros momentos sérios, tivemos muitos momentos divertidos. Vocês não têm idéia do que todo aquele povo reunido é capaz de aprontar.
Muita resenha. Mas, eu não posso falar aqui. Ficarão na curiosidade. Vou deixar só algumas fotos:
No último sábado, 14.10.2006, a Caravana da Coragem voltou à ativa. Se você não sabe o que é isso, não se preocupe. Quase ninguém sabe
.
Essa caravana é formada por mim e alguns colegas da Uesb. Há alguns anos, nós realizamos algumas caminhadas por todos os cantos de Conquista, sempre aos sábados pela manhã. A caminhada começa no início da manhã e termina sempre em algum restaurante na hora do almoço. Já percorremos quase todos os bairros da cidade. Não nos perguntem para que nós fazemos isso, porque nem nós sabemos. Aliás, nosso lema é: “Sem origem, sem destino, sem razão”.
Realizamos 15 caminhadas. Nessa última, percorremos a seguinte rota: saímos da entrada da Pousada da Conquista, no alto do bairro Guarani e descemos percorrendo a Avenida da Integração (Rio-Bahia). Aproveitamos para dar uma olhada no andamento das obras. Estão bem adiantadas. Mesmo no sábado, os operários não param. Fomos até um pouco depois da Rodoviária. Então, entramos pela Morada dos Pássaros e chegamos até o Shopping Conquista Sul. Paradinha rápida. Saindo do shopping, seguimos pela Avenida Juracy Magalhães. Em seguida, entramos na Avenida Luís Eduardo Magalhães, fomos até o cruzamento com a Avenida Olívia Flores e chegamos à churrascaria Boi na Pedra, onde almoçamos. Assim, terminou mais uma edição da Caravana da Coragem.
Em breve, a 16ª caminhada.






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